Wireframes

April 10th, 2008 4 Comentários »

Há alguns dias na lista de discussão de Arquitetura de Informação estava rolando uma thread que comentaram sobre ninguém nunca ter visto - de outros arquitetos de informação - wireframes, mapas de fluxo e outras modelagens que são necessários no processo de arquitetura de informação. É certo que alguns arquitetos de informação trocam figurinhas, pedem alguns pitacos, mas isso acaba ficando restrito a um grupo de conhecidos. É claro, muitos projetos também tem que ser mantidos em sigilo absoluto por pedido dos clientes.

Durante a minha passagem por uma instituição de ensino superior, depois de brigar muito pela importância da arquitetura de informação, consegui aplicar alguns testes de usabilidade, criei sitemaps, wireframes, mapas de navegação e irei disponibilizá-los aqui nas próximas postagens.

Antes que alguém pergunte, mas o que é esse tal de wireframe, eu explico:

Um wireframe é uma representação gráfica prévia de uma interface. No wireframe estão posicionados os elementos básicos da interface, a navegação entre a informação posicionada na tela. Existem dois tipos de wireframes: Estáticos e Navegáveis.

Os wireframes estáticos são mais simples, neles são desenhados os principais blocos de apresentação de informação sem muito detalhamento, apenas para se ter um ponto de referência do produto final.

Já os wireframes navegáveis, chegam a ser confundidos com protótipos, pois apresentam algumas respostas aos comandos (cliques e acionamento de teclas) aplicados. Por serem um pouco mais complexos, tendem a tomar um tempo maior de desenvolvimento.

Existem muitas ferramentas para fazer wireframes, entre as mais conhecidas o Axure e Microsoft Visio, alguns arquitetos de informação utilizam até mesmo o Microsoft Power Point ou outro programa de apresentação de slides para desenhar os rascunhos da interface.

Eu sempre usei o Axure para os wireframes e o Visio para fluxo de navegação. Já que formatei o PC, vou baixar novamente a versão trial do Axure para abrir os wireframes e exportar para formato de figura jpeg.

O Felipe Memória em seu livro Design para a internet publicou alguns cases e seus wireframes e mapas de fluxo, achei muito bacana a idéia e estou trazendo para o meu blog.

 

Atualização do WordPress: modificando charset utf8 e latin1

April 9th, 2008 3 Comentários »

Vida de blogueiro inclui saber um pouco de informática mais baixo nível.

Pra minha sorte que fiz Ciência da Computação, não foi problema algum atualizar o wordpress (gerenciador do meu blog). Entretanto deve ter uma galera que atualizou e ficou com um problema no texto, algo como modifica??o modificação na apar?ncia aparência dos textos com caracteres especiais, exclusivos da lingua latina (portuguesa).

Vamos ao que interessa.

Se a tua versão era como a minha, anterior a 2.1, depois que foi instalado a atualização (2.2 em diante) as configurações do arquivo wp-congif.php que está no diretório onde foi instalado o wordpress serão:

<?php
// ** MySQL settings ** //
define(’DB_NAME’, ‘nome_do_banco’);    // The name of the database
define(’DB_USER’, ‘usuario_do_banco’);     // Your MySQL username
define(’DB_PASSWORD’, ‘uma-senha-dificil-de-entender’); // …and password
define(’DB_HOST’, ‘localhost’);    // 99% chance you won’t need to change this value
define(’DB_CHARSET’, ‘utf8′);
define(’DB_COLLATE’, ”);

Moral da história, nessas últimas duas linhas que estão descritas acima, é só fazer a seguinte modificação:

define(’DB_CHARSET’, ‘latin1′);
define(’DB_COLLATE’, ‘utf8′);

Isso fará com que o interpretador/compilador do servidor MySql transforme os dados na formatação para serem apresentados no blog.

OK, eu não sou um gênio que aprendi isso sozinho, quando fui atualizar recebi um lembrete disto. Mas vale divulgar para aqueles que não conseguem entender uma virgula (comma) em inglês.

 

Acessibilidade Legal

April 5th, 2008 1 Comentário »

Web Designer, seus problemas acabaram.

O Marco Antonio de Queiroz, popular MAQ, colocou no ar seu novo site. Acessibilidade Legal

Esse site é da pessoa que eu conheço que mais entende de Acessibilidade na Web, e quando falamos de acessibilidade, não falamos apenas de acessíveis a deficientes visuais, adicionamos aqui a esta lista acessíveis em qualquer dispositivo de interação e outras coisinhas que só o MAQ sabe explicar com coesão.

Agora que o site está pronto, acho que está na hora do MAQ escrever um livro.

A partir de agora, aqueles que não participam da lista de discussão da Acesso Digital também vai poder disfrutar das opniões e abraços criativos do MAQ.

Só um detalhe que eu não poderia deixar passar em branco, ou melhor, no escuro.

O MAQ é programador de computadores, mesmo com incapacidade de percepção visual. Se você dotado de todos os sentidos acha que é dificil programar, o MAQ tira de letra. Só que agora está aposentado, negócio dele agora é mostrar pra você e pra mim, que a Internet é livre e para todos.

Então você que é web-qualquer-coisa, antes de desenvolver qualquer sitezinho, leia um pouco do que o MAQ escreve e aprenda com o mestre.

 

Como fazer resumo de livros

April 1st, 2008 1 Comentário »

Desta vez não farei resumo de livro algum e sim explicarei como faço para fazer o resumo dos livros que leio.

Ok, alguns que me conhecem vão estranhar o título do post e dizer: “lá vem ele com as técnicas de SEO (Search Engino Optmization)”.

Dica número 1:

- Leia o livro.

Não existe nada pior do que escrever sobre o que se desconhece. Lembro bem do ensino médio, a galera do colégio procurava sites que fazem resumos de livros por capítulos tudo para não ter que ler o livro inteiro. Mas o moral da história está em ler o livro.

Dica número 2:

- Separe o livro por capítulos ou pontos marcantes.

Os livros que eu leio já vêm separados por capítulos, alguns por histórias fechadas, mas existem alguns que possuem capítulos enormes, o que dificulta a leitura, me fazendo criar a dica número 3.

Dica número 3:

- Faça anotações ou marcas .

Sempre que um capítulo é muito grande, eu o divido por partes interessantes, pontos chaves do texto que contém dicas, elo de ligação para outra história.

Essa é a dica mais importante, pois fazendo marcas nos pontos chaves do livro, ao discorrer o texto sobre o livro poderá focar nesses pontos marcantes do livro.

Dica número 4:

- Organização do resumo

Um resumo não quer dizer uma redação de uma página. É preciso ter uma sequência de fatos que ligam cada parte do livro, incluindo falar sobre o autor do livro.

Composição do resumo:

Sempre que eu faço um resumo de livro, falo um pouco sobre o autor do livro, não é difícil achar informação sobre o autor, no próprio livro encontra-se no interior da capa ou mesmo na última página uma descrição do autor com formação acadêmica, experiência profissional e outros livros que escreveu.  Escreva um pouco sobre o autor, sobre a visão do autor acerca do assunto principal do livro, o primeiro parágrafo serve para chamar a atenção ao que o autor quer transmitir com o livro, fale sobre isso.

Depois, lembre-se das dicas acima, separe o livro por capítulos ou partes principais e vá fazendo marcas e anotações, ao terminar de ler o livro já terá boa parte do resumo esquematizada em anotações.

E assim como o autor ligou um capítulo a outro, também deve ser seguida a mesma ordem, se necessário esteja com o livro em mãos para citar alguma frase importante que defina o tema do livro ou alguma parte importante.

É muito válido, colocar a sua opnião sobre o livro, o que ficou claro, quais os pontos obscuros, excesso de figuras, formato do livro e tamanho da fonte está agradável ou não para a leitura.

Isso é tudo por enquanto, em breve, mais resumos estarão disponíveis.

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