Como fazer resumo de livros

April 1st, 2008 20 Comentários »

Desta vez não farei resumo de livro algum e sim explicarei como faço para fazer o resumo dos livros que leio.

Ok, alguns que me conhecem vão estranhar o título do post e dizer: “lá vem ele com as técnicas de SEO (Search Engino Optmization)”.

Dica número 1:

- Leia o livro.

Não existe nada pior do que escrever sobre o que se desconhece. Lembro bem do ensino médio, a galera do colégio procurava sites que fazem resumos de livros por capítulos tudo para não ter que ler o livro inteiro. Mas o moral da história está em ler o livro.

Dica número 2:

- Separe o livro por capítulos ou pontos marcantes.

Os livros que eu leio já vêm separados por capítulos, alguns por histórias fechadas, mas existem alguns que possuem capítulos enormes, o que dificulta a leitura, me fazendo criar a dica número 3.

Dica número 3:

- Faça anotações ou marcas .

Sempre que um capítulo é muito grande, eu o divido por partes interessantes, pontos chaves do texto que contém dicas, elo de ligação para outra história.

Essa é a dica mais importante, pois fazendo marcas nos pontos chaves do livro, ao discorrer o texto sobre o livro poderá focar nesses pontos marcantes do livro.

Dica número 4:

- Organização do resumo

Um resumo não quer dizer uma redação de uma página. É preciso ter uma sequência de fatos que ligam cada parte do livro, incluindo falar sobre o autor do livro.

Composição do resumo:

Sempre que eu faço um resumo de livro, falo um pouco sobre o autor do livro, não é difícil achar informação sobre o autor, no próprio livro encontra-se no interior da capa ou mesmo na última página uma descrição do autor com formação acadêmica, experiência profissional e outros livros que escreveu.  Escreva um pouco sobre o autor, sobre a visão do autor acerca do assunto principal do livro, o primeiro parágrafo serve para chamar a atenção ao que o autor quer transmitir com o livro, fale sobre isso.

Depois, lembre-se das dicas acima, separe o livro por capítulos ou partes principais e vá fazendo marcas e anotações, ao terminar de ler o livro já terá boa parte do resumo esquematizada em anotações.

E assim como o autor ligou um capítulo a outro, também deve ser seguida a mesma ordem, se necessário esteja com o livro em mãos para citar alguma frase importante que defina o tema do livro ou alguma parte importante.

Isso é tudo por enquanto, em breve, mais resumos estarão disponíveis.

 

Curso de Python na UFMT

March 25th, 2008 1 Comentário »

Dia 22/03 começou o curso de Python na UFMT de Rondonópolis ministrado pelo guru Andrews Medina.

Este curso de Python veio a calhar para a região sul do Estado de Mato Grosso. A mão de obra que é formada aqui na área de programação é muito debilitada pelo nível de professores das instituições de ensino superior locais. A UFMT de Rondonópolis pensou mais longe, quebrou paradigmas ao trazer a comunidade acadêmica local, um curso gratuito ministrado por alguém qualificado e experiente.

Sobre o curso:

O curso é um curso básico sobre programação de computadores dispositivos utilizando a linguagem Python que foi desenvolvida nos moldes das necessidades modernas de programação.

A princípio um curso básico, mas pelo andamento do curso, o professor Andrews Medina relatou, em conversa informal no intervalo, que se continuar assim poderá ser visto conteúdos avançados como desenvolvimento de jogos (PyGames) e ainda um framework para desenvolvimento web (Django).

Sobre o professor:

Conheço o Andrews Medina desde a época do IRC, depois passei a conhecê-lo pessoalmente nas aulas de Ciência da Computação. E desde sempre já prometia sucesso.

Hoje é moderador e membro atuante da lista de Python no Brasil, professor de Ciência da Computação e Sistemas de Informação em uma faculdade particular e já trabalhou em muitos projetos pelo Brasil a fora, entre eles o site da Sociedade Brasileira de Diabetes.

 Moral da história:

Alguém pode perguntar o que alguém da área de Arquitetura da Informação que tende ao Design de Interação quer com programação em Python. O objetivo é o seguinte: Quanto mais conhecimento melhor. Eu preciso aprender o lado do programador para não prometer nos projetos soluções milagrosas por valores insignificantes. É muito importante dar valor ao trabalho do programador. Ok, tudo bem, eu tenho formação em Ciência da Computação, programo com eficácia em pelo menos 6 linguagens diferentes, conheço cerca de 4 banco de dados, mas nada me impede de conhecer mais uma linguagem.

Trabalhar com equipes heterogêneas, exige conhecimento heterogêneo. Se o Gerente de Sistemas disser que a equipe de desenvolvimento web irá trabalhar com linguagem Python, eu devo saber fazer ao menos as inclusões (includes) de código dinâmico dentro do estático (HTML).

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