Problema na instalação do wordpress via fantástico

February 26th, 2009 Deixe sua opnião »

Como nem tudo é perfeito na vida, às vezes temos dores de cabeça desnecessárias. Apesar de vários problemas relatados em fóruns e outras listas de discussão, quero focar no problema da criação automde miniaturas de imagens do wordpress.

Em alguns webhosts existe a opção de instalar o wordpress sem dificuldades através do módulo fantástico encontrado no cPanel.

Até aí tudo muito bonito, até que chega a hora do envio de imagens que retorna uma mensagem similar a esta:

Warning: imagecreatefromstring() [function.imagecreatefromstring]: gd-jpeg: JPEG library reports unrecoverable error: in /home/xxxx/public_html/blog/wp-admin/includes/image.php on line 138

Isto acontece por uma falha nas permissões do fantástico. O melhor a fazer é entrar em contato com o suporte técnico relatando o erro ocorrido. Se mesmo assim não for sanado o problema, eu recomendo fazer a instalação manual. Não é necessário nem mesmo criar outro banco de dados, algumas contas têm limite de quantidade de bases criadas.

Obs.: Aproveite que já tem os dados de acesso configurados no arquivo wp-config.php e copie este arquivo para seu computador.

Resumo da instalação:

1- Baixe a instalação mais recente (provavelmente a mais segura) do wordpress no site oficial, se preferir a versão em português do Brasil também está disponível.

2 - Descompacte e salve dentro da pasta que desejar. Desde que seja dentro de public_html, www, htdocs, web ou seja lá qual for a pasta que seu provedor de hospedagem utiliza para sites http.

3 - Lembra daquele arquivo wp-config.php que você salvou em seu computador, edite-o nesta parte:

$table_prefix  = ‘wp_‘;

troque por qualquer prefixo que desejar, como por exemplo:

$table_prefix  = ‘blog_‘;

4 - Acesse diretamente: http://www.seu_endereco_na_web/diretorio_wordpress/wp-admin/install.php

e pronto. Agora basta digitar o título do seu novo blog e endereço de e-mail que está tudo resolvido.

Parece fácil, não?

Dependendo mais uma vez do seu servidor de hospedagem, podem ocorrer alguns erros macabros, sinistros, mas não se preocupe, basta entrar em contato novamente com o suporte tecnico da sua hospedagem, certamente eles já passaram por isso e irão configurar o server para que você tenha maior autonomia com seu site.

 

Oportunidade: Programador PHP

February 16th, 2009 Deixe sua opnião »

Recebemos um comentário no post sobre empregos para programadores de uma demanda que a Jaqueline Correa publicou.

É um job temporário. Não há exigência de formação acadêmica, mas é necessário ter um bom conhecimento de PHP.

Vai a minha dica: A dobradinha PHP + MySQL é imprescindível. Dificilmente algum framework existênte no mercado não irá dar suporte a esta dobradinha; desconheço framework de php que não dê suporte a tal. Até mesmo o bebê (recém chegado) Spaguetti tem suporte a essa dobradinha. Extensão da dica: saber algum framework vale a pena, colabora e muito para cumprir prazos apertados.

Bom, quem estiver interessado em saber mais sobre a vaga, e de quebra deixar o currículo para avaliação, entre em contato direto com a Jaqueline através do email: jaqueline@wvcomunicacao.com.br

A propósito, a empresa é de São Paulo.

 

JavaScript não intrusivo

August 26th, 2008 Deixe sua opnião »

Na Lista de discussão da Acesso Digital está rolando uma thread sobre javascript que funcione em em browsers sem suporte a javascript.

Como assim?

Simples, fazer com que dados gerados via javascript funcionem mesmo que não haja suporte para javascript.

Não confundir com non-obstructive ou unobstructive, pois esse se trata de camadas, misturar CSS com HTML no JavaScript.

Algumas pessoas usam browsers que não suportam javascript, outras desabilitam por motivos de segurança ou por algum outro motivo qualquer, quem sabe um firewall que bloqueia instruções javascript, algumas empresas fazem uso deste artifício para diminuir a quantidade de backdoors e spywares que são disseminados na rede interna após clique em algum endereço equivocado.

A forma mais fácil de contornar esta situação é adicionar opção para o browser sem suporte a javascript ler.

Exemplo:

1- <script type=”text/javascript” src=”menu.js”></script>
2- <noscript>
3-     <ul>
4-          <li><a href=”/”>Página Inicial</a></li>
5-          <li><a href=”/sobre-a-empresa/”>Sobre a Empresa</a></li>
6-          <li><a href=”/contato/”>Contato</a></li>
7-     </ul>
8- </noscript>

Neste exemplo clássico, a linha 1 faz a chamada ao menu através de um comando javascript, dentro do arquivo “menu.js” conterá as linhas 3 a 7, o que é feito é o uso do elemento <noscript>. Qual o moral da história?

O elemento <noscript> é usado para definir um conteúdo alternativo se o script não for executado.

Detalhe: Só é suportado em browsers que reconhecem a tag ’script’, mas que não dão suporte a esta tag.

A W3Schools tem outro exemplo para ser conferido.

 

Atualização do WordPress: modificando charset utf8 e latin1

April 9th, 2008 4 Comentários »

Vida de blogueiro inclui saber um pouco de informática mais baixo nível.

Pra minha sorte que fiz Ciência da Computação, não foi problema algum atualizar o wordpress (gerenciador do meu blog). Entretanto deve ter uma galera que atualizou e ficou com um problema no texto, algo como modifica??o modificação na apar?ncia aparência dos textos com caracteres especiais, exclusivos da lingua latina (portuguesa).

Vamos ao que interessa.

Se a tua versão era como a minha, anterior a 2.1, depois que foi instalado a atualização (2.2 em diante) as configurações do arquivo wp-congif.php que está no diretório onde foi instalado o wordpress serão:

<?php
// ** MySQL settings ** //
define(’DB_NAME’, ‘nome_do_banco’);    // The name of the database
define(’DB_USER’, ‘usuario_do_banco’);     // Your MySQL username
define(’DB_PASSWORD’, ‘uma-senha-dificil-de-entender’); // …and password
define(’DB_HOST’, ‘localhost’);    // 99% chance you won’t need to change this value
define(’DB_CHARSET’, ‘utf8′);
define(’DB_COLLATE’, ”);

Moral da história, nessas últimas duas linhas que estão descritas acima, é só fazer a seguinte modificação:

define(’DB_CHARSET’, ‘latin1′);
define(’DB_COLLATE’, ‘utf8′);

Isso fará com que o interpretador/compilador do servidor MySql transforme os dados na formatação para serem apresentados no blog.

OK, eu não sou um gênio que aprendi isso sozinho, quando fui atualizar recebi um lembrete disto. Mas vale divulgar para aqueles que não conseguem entender uma virgula (comma) em inglês.

 

Curso de Python na UFMT

March 25th, 2008 1 Comentário »

Dia 22/03 começou o curso de Python na UFMT de Rondonópolis ministrado pelo guru Andrews Medina.

Este curso de Python veio a calhar para a região sul do Estado de Mato Grosso. A mão de obra que é formada aqui na área de programação é muito debilitada pelo nível de professores das instituições de ensino superior locais. A UFMT de Rondonópolis pensou mais longe, quebrou paradigmas ao trazer a comunidade acadêmica local, um curso gratuito ministrado por alguém qualificado e experiente.

Sobre o curso:

O curso é um curso básico sobre programação de computadores dispositivos utilizando a linguagem Python que foi desenvolvida nos moldes das necessidades modernas de programação.

A princípio um curso básico, mas pelo andamento do curso, o professor Andrews Medina relatou, em conversa informal no intervalo, que se continuar assim poderá ser visto conteúdos avançados como desenvolvimento de jogos (PyGames) e ainda um framework para desenvolvimento web (Django).

Sobre o professor:

Conheço o Andrews Medina desde a época do IRC, depois passei a conhecê-lo pessoalmente nas aulas de Ciência da Computação. E desde sempre já prometia sucesso.

Hoje é moderador e membro atuante da lista de Python no Brasil, professor de Ciência da Computação e Sistemas de Informação em uma faculdade particular e já trabalhou em muitos projetos pelo Brasil a fora, entre eles o site da Sociedade Brasileira de Diabetes.

 Moral da história:

Alguém pode perguntar o que alguém da área de Arquitetura da Informação que tende ao Design de Interação quer com programação em Python. O objetivo é o seguinte: Quanto mais conhecimento melhor. Eu preciso aprender o lado do programador para não prometer nos projetos soluções milagrosas por valores insignificantes. É muito importante dar valor ao trabalho do programador. Ok, tudo bem, eu tenho formação em Ciência da Computação, programo com eficácia em pelo menos 6 linguagens diferentes, conheço cerca de 4 banco de dados, mas nada me impede de conhecer mais uma linguagem.

Trabalhar com equipes heterogêneas, exige conhecimento heterogêneo. Se o Gerente de Sistemas disser que a equipe de desenvolvimento web irá trabalhar com linguagem Python, eu devo saber fazer ao menos as inclusões (includes) de código dinâmico dentro do estático (HTML).

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